segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Informação para Negócios



INFORMAÇÃO PARA NEGÓCIOS: OS NOVOS AGENTES DO CONHECIMENTO E A GESTÃO DO CAPITAL INTELECTUAL

Angélica de Souza Alves de Paula

REZENDE, Y. Informação para negócios: os novos agentes do conhecimento e a gestão do capital intelectual. Ciência da Informação, Brasília, v.31, n.2, p.120-128, maio/ago. 2002. Disponível em: . Acesso em 18 de junho de 2008

Segundo a autora, Yara Rezende, bacharel em Biblioteconomia e Documentação pela USP/ECA e supervisora de informações da Natura Cosméticos S.A., qualidade, produtividade e competitividade formam a ‘trilogia do sucesso empresarial”. Num ambiente em que as mudanças acontecem em complexidade e velocidades cada vez maiores, o verdadeiro diferencial estratégico passa a ser o capital intelectual, o gerenciamento inteligente das informações, chamados ativos intangíveis.

Neste texto, a autora apresenta o perfil dos agentes do conhecimento (agentes criativos, intérpretes, intermediários e gestores do conhecimento), cuja atuação depende diretamente do uso e interpretação da informação. Também faz uma breve reflexão sobre a inteligência empresarial para a formulação da estratégia, o capital intelectual, os ativos intangíveis (ativos de mercado, de competência individual e de estrutura), gestão do conhecimento e tecnologias para administração do conhecimento. Na seqüencia, apresenta um rápido cenário relacionado à criação e gestão de sistemas de informação nos últimos anos, ou seja, as adaptações nas bibliotecas, centros de documentação e, atualmente, centros de inteligência, o que, conseqüentemente, interferiu na atuação dos bibliotecários que, na tentativa de manter e até mesmo expandir as possibilidades de atuação, passaram a chamar-se profissionais ou cientistas da informação.

Com a leitura do artigo, já é possível visualizar a atuação do bibliotecário, por exemplo, em funções que oferecem ao cliente conhecimento com valor agregado. Esse profissional é indispensável nas corporações por ser aquele que conhece fontes de informação formais e informais. Mas, a necessidade de adaptação às novas realidades do mundo contemporâneo exige mudanças de postura de todos os profissionais e nisso o bibliotecário tem perdido lugar para outros profissionais. O mundo do trabalho vem redefinindo as qualificações do profissional da informação, requerendo dele capacidade gerencial e administrativa, assim como educação continuada.

Atualmente, os profissionais bibliotecários já enxergam o quão importantes eles podem se tornar no processo da gestão do conhecimento e toda a atualização e aperfeiçoamento pelos quais eles precisam se adaptar. Mas, será que este reconhecimento leva a uma atitude? Num mundo cada vez mais competitivo, quem consegue algo, se agarra a ele com todas as suas forças e acaba entrando na famosa ‘zona de conforto’, o que, por sua vez, gera descontentamento, resultando no oferecimento de um trabalho mediano, razoável.

A dúvida da autora quanto ao manifesto dos bibliotecários para mudarem a atual situação nos instiga e nos desafia a tomarmos uma posição com mudanças de atitude (e não só de nomenclatura) e nos chama a realmente fazermos diferença, conspirarmos pelos alvos da profissão e, com a soma dos nossos conhecimentos, técnicas e experiência, contribuirmos quantitativa e qualitativamente no ambiente em que estamos inseridos, visando o desenvolvimento de um trabalho objetivo e gerador de resultados para os envolvidos.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ontologia em portais corporativos


Ontologias em portais corporativos: fatores determinantes do sucesso.




As tecnologias usadas em portais corportativos ainda deixam muito a desejar quanto à busca efetiva e precisa de informações para o usuário. No entanto, uma nova frente de ferramentas e técnicas de gestão do conhecimento com base na web semântica está despontando e exigindo das empresas nacionais muita capacitação para enfrentar o cenário competitivo.


A gestão semântica de fontes de informação tiveram um grande avanço nos últimos anos e o principal modelo utilizado é o de ontologia, que torna possível outras formas de organizar o conhecimento permitindo aos usuários outras experiências.


A partir dos portais corporativos, as ferramentas de gestão de conteúdo ganharam ainda mais recursos para o gerenciamento das fontes de informação das organizações. Porém, a representação e a recuperação dessas informações não avançou com a mesma rapidez causando um grande impasse.


O mercado, atualmente, disponibiliza alguns instrumentos utilizados nas ferramentas de gestão de conteúdo, tais como:


  • Representação em hierarquia de pastas: instrumento básico e bastante intuitivo que está disponível em qualquer ferramenta deste tipo e que consistem em organizar os objetos (documentos, usuários, áudio, vídeo) de maneira hierárquica, formando uma árvore;
  • Representação em formato de fluxo de trabalho: atende a uma ordem de precedência e, por isso, o conhecimento está orientado ao tempo. Este instrumento consiste na apresentação de um fluxograma relacionando pessoas, documentos, os passos automáticos e as condições para determinada ação. Geralmente as ferramentas de workflow disponoboliza este recurso apenas para o administrador do fluxo e embora seja uma maneira eficiente de representação, não atende a todas as necessidades dos usuários;


  • Busca textual: todas as ferramentas apresentam um nível de busca textual seja nos metadados ou no texto do documento;


  • Associações por metadados: recurso importante para recuperar objetos relacionados aos usuários através da criação de uma relação entre os descritores;


  • Uso de referências (links): permite o relacionamento entre objetos. Esta abordagem é válida mas, contudo, não é possível atribuir um atributo a esta associação, não permitindo ao usuário saber qual é a relação existente;


  • Uso de vocabulário controlado: o usuário possui um dicionário para o contexto de uso e associa documentos a palavras deste vocabulário controlado;


  • Uso de taxonomia: este outro instrumento apresenta ujma forma alternativa para representar, o que permite maior flexbilidade ao usuário.


No entanto, vale ressaltar que nenhum dos recursos relacionados acima oferece a flexibilidade e os recursos trazidos pela representação por meio de ontologias. Ao decidir utilizar esse tipo de solução alguns aspectos devem ser observados:

  • Criação da ontologia: sempre que possível deve ser utilizada uma ontologia já existente para um determinado domínio;


  • Representação da ontologia: existem, hoje, duas formas de representar as ontologias por meio da linguagem de marcas: RDF (Resources Description Framework) e OWL (Ontology Web Languange);


  • Navegação semântica entre os objetos: a interface do sistema utilizado deve adotar a representação em grafos, onde o usuário, facilmente, tem condições de navegar para qualquer nodo e, situar-se sobre sua posição na teia;

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sobre o texto: O Unicórnio (o Rinoceronte, o Ornitorrinco ... ), a Análise Documentária e a Linguagem Documentária



Enviado por Ana Cláudia Martins
O texto é bem interessante quando aponta as analogias para construir as representações e na recuperação da informação uniu-se a conceitos a partir de suas semelhanças, ou seja, os processos de tratamento e recuperação da informação apresentam características similares, assim gerando o processo do conhecimento.
Outro ponto interessante no texto, foi a colocação da interferência do homem na representação no termo, pois conforme for sua interferência por acréscimo e/ou eliminação de características pode alterar o conceito do termo, tendo como alternativa a criação de uma nova segmentação de conteúdo.
A língua é formada conforme seus padrões culturais e o processo de organização da informação faz-se referencia da lógica, da semiótica, da lingüística, da semântica, da pragmática e das ciências cognitivas. Conforme Hjelmslev não há pensamento sem linguagem.
A atividade documentária é constituída por recortes de conteúdos objetivando a organização da informação, essa organização torna-se possível a partir do compartilhamento desses recortes, pois trata-se de um vínculo de significação.
A representação da informação não é uma atividade simples de realizar e a exploração do texto do Umberto Eco expôs o grau de complexidade para construir uma linguagem documentária. A discussão sobre linguagem documentária objetiva o tratamento e a recuperação da informação de uma forma adequada e que seja o mais fiel possível a suas características.

Referência:
LARA, M. L. G. de. O unicórnio (o rinoceronte, o ornitorrinco...), a análise documentária e a linguagem
documentária. DataGramaZero, v.2, n.6. dez.2001.
http://www.dgz.org.br/dez01/Art_03.htm

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Wikis no mundo corporativo


Texto enviado por Rafael Frankenstein


Creio que muitos conheçam, entretanto, vale ressaltar as possibilidades de uso das wikis. Essa ferramenta possui vários propósitos, podendo ser usada como site dinâmico, para gestão de projetos e documentos, e, principalmente, como bases de conhecimento dinâmicas sendo adaptáveis a diversos ambientes (empresas, escolas, universidades, organizações da sociedade civil e a própria web).
O artigo recomendado foi publicado pelo site IDG Now e elucida as potencialidades das Wikis no mundo corporativo, sugere que os portais corporativos serão substituídos pelas ferramentas de colaboração.

Boa leitura!

http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2006/08/23/idgnoticia.2006-08-23.0309930415/

Portal Corporativo: conceitos e características


Texto enviado por Eliane Aparecida de Oliveira Lampa

Com o grande crescimento das informações digitais nas empresas, tornou-se necessária à gestão destas informações para facilitar o acesso a elas e para não perdê-las corporativamente. Desta forma surgiram os portais corporativos com o objetivo de reunir, padronizar, gerenciar, manter e disseminar as informações digitais necessárias a tomada de decisão de negócios, que antes estavam espalhadas na instituição em diferentes bases de dados, em “hard disks” pessoais das estações de trabalho e até certo ponto, sem poderem ser utilizadas por diferentes pessoas, por não saberem da existência delas. Isto causa um atraso no crescimento empresarial, pois o acesso às informações não está disponível, logo a empresa é obrigada a começar um processo novo, do zero, quando poderia reutilizar o que já foi feito antes na mesma área. O portal corporativo surge para poder integrar informações não estruturadas a informações estruturadas dos bancos de dados, através da Web/intranet onde é possível, em um único ponto de acesso, gerenciar as informações e o conhecimento da instituição. São vários os benefícios dos portais, entre eles a facilidade de acesso a todas as informações corporativas armazenadas em suportes e bases diferentes. Para que haja sucesso na implantação dos portais eles devem interagir com os usuários de forma fácil e amigável e devem ser eficientes e eficazes, devem ter usabilidade. Caso contrário não atingirão os objetivos para os quais foram criados e implantados. A implantação de portais corporativos visa atender as necessidades dos usuários, aprimorar a utilização e a distribuição de informações internas e externas de forma ágil, mais produtiva, tornando a organização mais competitiva no mercado.

Ci. Inf., Brasília, v. 30, n. 1, p. 50-60, jan./abr. 2001

http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n1/a07v30n1.pdf

Análise de Gestão de CONTEÚDO em GED - ECM



Texto enviado por Gilda Célia Baltazar de Assis





ECM (Enterprise Content Management) é a sigla introduzida pela AIIM em 2000 pela qual o GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) é conhecido mundialmente. Caracteriza-se pelo conjunto de tecnologias utilizadas para capturar, gerenciar, armazenar, preservar e disponibilizar conteúdo e documentos relacionados aos processos organizacionais. As ferramentas e estratégias de ECM permitem o gerenciamento das informações não-estruturadas da empresa como e-mails, arquivos digitais, vídeos, sons, documentos em papel ou digitalizados, páginas web, relatórios de call center, imagens de alta resolução, etc, onde quer que tais informações se encontrem. GED é como o Gerenciamento Eletrônico de Documentos ficou conhecido no Brasil, e engloba o conjunto de tecnologias voltadas para a gestão de documentos eletrônicos. Deve-se entender por documento eletrônico qualquer tipo de documento (planilhas, cartas, plantas) já em formato eletrônico e, claro, imagens. É mais comum atualmente a utilização do ECM-GED para o gerenciamento de documentos que são digitalizados e convertidos em imagem para posterior utilização. Neste caso, os documentos, recebem filtros para o tratamento e melhoria da imagem final e são indexados para facilitar sua localização. Usar o ECM-GED não obriga que as informações estejam em meio eletrônico. Um documento em papel pode cumprir toda sua função em qualquer processo, podendo ser arquivado neste mesmo meio ou de forma heterogênea. Ou iniciar em papel, fluir pelos processos, e ser arquivado em meio eletrônico. O ECM-GED cobre toda a operação referente ao ciclo de vida de um dado, documento ou informação, desde sua captação até a sua preservação, porém, relacionando essas etapas aos processos de negócios do front (CRM - gestão de relacionamento com o cliente, comércio eletrônico etc.) ao back-office (ERP, bancos de dados legados, processamento de pedidos etc.). O universo ECM-GED é muito abrangente e engloba outros conceitos e tecnologias tais como:
Document Imaging (OCR-ICR, Indexação, Tratamento de Imagens, Digitalização)
Document Management
ERM-COLD
EDM
Full Text Retrieve
Armazenamento
Image Enable

Atualmente ECM-GED organiza a visão da informação dentro das empresas segundo o seguinte ciclo: Captação Categorização / Taxonomia Document Imaging Processamento de Formulários Digitalização Conteúdo e Documentos Gestão de Ativos Digitais (DAM) Gerenciamento de e-mail Gestão Documental (Records Management) Document Management Colaboração Gerenciamento de Processos (BPM) / Workflow Segurança Armazenamento PreservaçãoDisponibilização

Ciência e tecnologia disponibilizados na Internet


Texto enviado por Alex Vieira

Conteúdos em Ciência e Tecnologia

Segundo a Sociedade da Informação no Brasil no ano de 2000, coordenado por Tadao Takahashi, o capitulo 5.2 do Livro Verde aborda conteúdos sobre Ciência e Tecnologia disponibilizados na Internet.
Os serviços na área de tecnologia são o segundo colocado em relação a conteúdo na Internet perdendo apenas para conteúdos comerciais, isso acontece devido ao publico voltado a tecnologia da informação que desde os primórdios da Internet tendo como cursos de informática o seu principal meio de difusão da mesma o ponto chave para que disseminação de seu principal insumo e produto, isto é, a informação.
O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) no País. Desde a sua fundação em 1954 (ainda como IBBD), o IBICT teve papel fundamental na descentralização nas redes de prestação de serviços no pós Internet, e na introdução de métodos e serviços para biblioteconomia, documentações, informações cientificas e tecnológicas com base nos sistemas informatizados. Podendo salientar o Projeto Prossiga, o Projeto Scielo e a Plataforma Lattes.
O Projeto Prossiga foi uma iniciativa do CNPq tem como intuito promover o uso da informação para ciência tecnológica, o projeto procura incentivar e favorecer a comunicação cientifica interativa. Entre outros serviços de informação, cria uma base de dados de trabalhos científicos produzidos pelos pesquisadores vinculados ao CNPq.
O Projeto Scielo (Scientific Electronic Library Online) é uma biblioteca virtual que tem o objetivo de implementar o acesso a uma biblioteca eletrônica de coleções de periódicos como um todo aos fascículos de cada título e aos textos completos dos artigos.
A Plataforma Lattes é um conjunto de sistemas computacionais do CNPq que visa a compatibilizar e integrar as informações, objetivando aprimorar a qualidade da sua base de dados e racionalizar o trabalho dos pesquisadores e estudantes.
Conclui-se que devido a necessidade de aumentar a tecnologia em documentações, criou-se vários incentivos e possibilidades para a disseminação da informação e criação de meios tecnológicos para incentivar e possibilitar a difusão da informação por meios tecnológicos.

Web-semântica




Texto enviado por Fabiane Senne Gomes



Dziekaniak, Gisele Vasconcelos; Kirinus, Josiane Boeira.WEB SEMÂNTICA. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n.18, 2º sem. 2004 .


O texto aponta a web semântica como a solução para a estruturação dos dados disponiveis na web. Dziekaniak defende que esta evolução natural da web possibilitara que um usuário possa encontrar informações mais precisas e inteligentes.
A Web semântica tem por objetivo incorporar semântica a informação, não só para que os usuários a entendam, mas para que as maquinas sejam capazes de interpretar o conteúdo semântico das paginas da web. Dessa maneira a engine de um buscador seria capaz de interpretar uma "pergunta" como por exemplo: qual o melhor celular. A web tradicional iria apresentar resultados provavelmente comerciais e não relevantes para o usuário. Já os modelos de web semantica poderão apresentar resultados como características técnicas, opiniões postadas em blogs ou microblogs, e outras informações uteis como a localização de uma loja próxima ao usuário que venda os aparelhos de interesse. Neste novo contexto, a web será capaz de representar associações entre coisas que em princípio poderiam não estar relacionadas. ,
Para tanto as páginas web terão de ser escritas numa linguagem nova. Algumas tecnologias vem sendo desenvolvidas para dar suporte a web semântica, como por exemplo o XML, uma linguagem para o desenvolvimento de paginas e conteúdos na web que permite que os usuários criem tags personalisadas.
As autoras também chamam a atenção para o RDF, uma tecnologia que trabalha com um trio de informação o qual espressa o significado das informações. Cada elemento do trio tem sua própria finalidade, em analogia ao sujeito, verbo e objeto de uma frase e recebe uma identificação. Na pratica podemos entender que na linguagem humana uma palavra pode assumir diferentes significados, e que a solução seria usar URIs diferentes para cada conceito.
O artigo tem como cerne discussões acerca da Web semantica, seu conceito, objetivo e importância diante da necessidade de se estruturar o acesso as informações disponíveis na WEB.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Web Semântica


Texto: A Web Semântica e suas contribuições para a ciência da informação
Enviado por Helena M. Oliveira

Este texto aborda a evolução da web para a Web Semântica, que é uma web com toda a informação organizada de forma que alem dos humanos as máquinas principalmente possam entendê-las.
Apresenta suas possíveis aplicações, impactos nos processos de indexação e recuperação da informação, tecnologias associadas à ciência da informação que surgiram como uma resposta às necessidades causadas pelo que se tornou o conhecimento humano e seus registros através dos tempos.
Esclarece sobre as linguagens que permitem a construção e codificação de significados compartilhados que são: SGML, HTML e XML são linguagens de marcação; ontologia uma disciplina que estuda e determina as relações entre conceitos estabelecendo regras lógicas de raciocínio sobre estes conceitos gerando linguagens para serem compreendidas pelos computadores; agentes que são gerados para coletar conteúdos na web a partir de fontes diversas, processarem a informação e permutar os resultados com outros programas, que podem ser considerados agentes de tarefas.
Descreve exemplos de algumas atividades que serão possibilitadas ou melhoradas com esta nova Web como: projetos de novos e melhorados motores de busca, construção de novas interfaces com o usuário para sistemas de informação, construção automática de tesauros e vocabulários controlados, indexação automática de documentos, gestão de conhecimento organizacional e a Gestão de Informação Estratégica e da Inteligência Competitiva.
Todas estas informações são muito esclarecedoras para os profissionais da informação, mostrando a importância da Web e das demais redes digitais de troca de informações no panorama mundial e a necessidade da organização da informação é necessária para e evolução dos indivíduos, organizações e da sociedade em geral, vale a pena conferir.

Gestão do Conhecimento e Gestão de Conteúdo

Texto enviado por Cristiane Queiroz Barroso

No cenário atual de grande competitividade, é necessário que as empresas montem uma metodologia que possibilite a reutilização dos conhecimentos existentes na organização, bem como o armazenamento dos conhecimentos e valores intangíveis que agregam valor a maioria dos produtos e serviços que são baseados em conhecimentos.
A gestão do conteúdo e do conhecimento é o processo de obter, gerenciar e compartilhar a experiência e especialização do funcionários. A experiência e conhecimento adquiridos pelas pessoas integram a memória de uma organização e é a base para sua melhoria contínua.
As organizações que adotam abordagens bem sucedidas à administração do conhecimento, em que são identificados os processos, são capazes de render resultados empresarias e competitivos significativos.
A tecnologia possui um papel de facilitar a criação, registro e disseminação do conhecimento. Esta tecnologia deve ser utilizada para facilitar a troca de experiências, ser flexível e fácil de usar, assim como estar claramente vinculada aos resultados globais da organização.
As empresas estão cada vez mais buscando sistemas que registram e disponibilizam de forma segura, fácil, rápida e eficaz do conhecimento gerado dentro do âmbito organizacional, bem como a recuperação e controle, promovendo a troca deste conhecimento.
Umas das ferramentas utilizadas pelas empresas neste contexto de gerenciamento do conhecimento são os sites, websites (portais corporativos). Passasse então a contar com um canal de divulgação, distribuição e disseminação da informação para funcionários, clientes, fornecedores.
As empresas se deparam com uma grande quantidade de conteúdo: informações geradas pelos departamentos, informações de pesquisas, desenvolvimento, procedimentos técnicos, políticas, etc.
No apoio a Gestão do Conhecimento, os sistemas de Gestão de Conteúdo permitem a criação portais corporativos consistentes, que possibilitam aos autores o compartilhamento do conhecimento de forma segura, alem do oferecimento de ferramentas sofisticam e crescem em complexidade, integrando diversos formatos: textos, figuras, flex, gifs, vídeos, workflow, etc, proporcionando assim ao usuário, maior interesse aos Portais Corporativos, que tem como barreira a ser superada atrair este usuário para o mundo virtual da organização.

Texto base:
Introdução à Gestão de Conteúdos
Julio C. L. Pereira e Marcello P. Bax
Escola de Ciência da Informação, Universidade Federal e Minas Gerais – UFMG