terça-feira, 19 de maio de 2009

Palestra do Prof. Wesch sobre Portal de Competência Midiática - Midia Literacy

Palestra do Prof. Wesch na Universidade de Manibota em junho de 2008. O vídeo tem 1 hora de duração.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Biblioteca 2.0

Vejam o artigo de Jack M. Maness sobre TEORIA DA BIBLIOTECA 2.0: Web 2.0 e suas
implicações para as bibliotecas
.

Classificações e Tesauros

Publicações da profa. Vanda Broughton sobre classificações, tesauros e organização do Conhecimento

Tendências em Linguagens documentárias

Artigos de interesse para esta aula:

BAX, M. P e SOUZA, R. R. Uma proposta de uso de agentes e mapas conceituais para representação de conhecimentos altamente contextualizados. Disponível em: http://www.bax.com.br/research/publications/agentes

LIMA, G. A. B. Mapa conceitual como ferramenta para organização do conhecimento em sistema de hipertextos e seus aspectos cognitivos. Belo Horizonte, Perspectiva em Ciência da Informação, v. 9, n. 2, p. 134-145, jul. / dez. 2004. Disponível em: http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/355

SOUZA, R. R; ALVARENGA, L. A Web Semântica e suas contribuições para a ciência da informação. Ciência da Informação, v. 33, n. 1, 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n1/v33n1a16.pdf

GIL-LEIVA, I. A indexação na internet. Brazilian Journal of Information Science, v.1, n.2, p:47-68, jul./dez. 2007. Disponível em: http://www.bjis.unesp.br/pt

terça-feira, 28 de abril de 2009

Classification Research Group

O Classification Research Group foi formado no Reino Unido em 1952 e foi um dos grupos mais significativos no desenvolvimento da pesquisa em organização da informação da segunda metade do Século XX.
Vejam mais sobre o grupo e sobre o tema.

Links para sites e textos.

Classification Research Group

The Classification Research Group and The Theory of Integrative Levels

Taxonomia e classificação

British Classification Society

UK e-information Group

Link para o site do UK e-information Group

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A web social ferramentas, objetos e serviços

Informação indicada pelo prof. Aldo Barreto

A Associação dos Profissionais da Informação publicou em Gijón na Espanha relatório sobre diferentes possibilidades e ferramentas da web 2.0 que podem e devem ser adaptadas a bibliotecas e serviços de informação.
Um bom instrumento de trabalho e uma boa referência para estudo. Publicado em espanhol, tem 64 páginas e é um documento livre para trazer ao seu computador em http://eprints.rclis.org/15106/1/informeapeiwebsocial.pdf
Conteúdo do Relatório
1. Web 2.0, Web social, Biblioteca 2.0
2. Los blogs: la herramienta más popular
3. Las wikis: escribir entre todos
4. Marcadores sociales: etiquetar la web
5. Gestores de referencias sociales: una herramienta para la ciencia 2.0
6. Las herramientas de catalogación social:compartir lecturas
7. La Web 2.0 y los catálogos bibliográficos
8. Geoaplicaciones: etiquetar el mundo
9. La sindicación de contenidos: reunir y redifundir
10. Compartir objetos digitales: crear colecciones participativas
11. Páginas de inicio personalizadas: reunir la web
12. Redes sociales: representar nuestras relaciones
13. Promoción social de noticias: la comunidad vota
14.Y ahora qué? Planificación de servicios 2.0 en las bibliotecas
15. Recursos de información
Blogs y webs
Bibliografía

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Web 2.0

Vejam estes videos.

The machine is us (legendado). Prof. Wesch

Information R/evolucion. Prof. Wesch

Web 2.0.

Web 3.0 vs Web 2.0 - Eric Schmdt, CEO da Google

Web 3.0 - Tim Bernes Lee

How to use Twitter.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Bibliotecas Digitais


CUNHA, Murilo Bastos da. Das biblioteca convencionais às digitais: diferenças e convergências. In: Perspectivas em Ciência da Informação, v.13, n.1, p.2-17, jan./abr. 2008. Disponível em: . Acesso em: novembro de 2008.

Novos paradigmas para velhos dilemas

O artigo apresenta, inicialmente, o resgate de um histórico de idealização e tentativas de concretização de um repositório que conseguisse armazenar registros bibliográficos e materiais que representassem o conhecimento humano. Mostra com isso, que idéia de reunir e disponibilizar acervos para pessoas em qualquer parte do mundo é uma idéia antiga e agora possível por meio da tecnologia existente, web e seus recursos.
Conceitua biblioteca convencional e biblioteca digital por meio de comparações entre ambas e apresenta suas semelhanças e diferenças dentro do contexto atual. Os aspectos de comparação focam a organização da informação, o acesso à informação, o aspecto econômico e ações cooperativas.
Sobre a organização da informação, o autor comenta sobre o conteúdo, que pode ser material antigo convertido no digital ou nascido já como digital e que não estejam sobre a vigência dos direitos autorais. Ressalta as habilidades profissionais bibliotecárias que atendam a esse contexto, incluindo habilidades ligadas à tecnologia e outros como comunicação, gerenciamento de projetos, problemas legais, captação de recursos. Ainda sobre os materiais, lembra sobre a natureza dos digitais que agregam e misturam formatos como dados numéricos, imagens, sons, entre outros, o que faz com que esforços sejam direcionados na análise de assuntos, controle de autoridades, identificação e avaliação do recurso informacional do que em uma catalogação descritiva.
Uma diferença fundamental, que se mostra até como um novo paradigma, é quanto ao acesso. A ênfase adotada pela biblioteca digital buscar ser maior no acesso e menor na coleção. O que se torna fundamental são as opções de acesso a informação e não a posse do documento em si. Isso significa que a posse do material deixa de ser relevante e o quê importa é a provisão de acesso ao material. A biblioteca como espaço físico perde para seu espaço e serviços virtuais.
Para a concretização de uma biblioteca digital ou a conversão de uma convencional para digital, inevitavelmente os custos não são gratuitos. A biblioteca terá que concentrar recursos na modernização de suas ferramentas tecnológicas e também se deve ter consciência de que nem toda a informação a ser disponibilizado está isenta de custos.
A maior parte das informações que se encontra disponível de forma gratuita na internet é de domínio público. Informações recentes, de fontes confiáveis, feitas por profissionais de área necessitam de autorização para a disponibilização e/ou estão ligadas a sistemas de propriedade intelectual.
Além disso, dentro do contexto digital, as bibliotecas terão que cooperar para sobreviverem. A cooperação, segundo o autor, é necessária por três razões: “os recursos humanos devem ter o conhecimento tecnológico demandado por inúmeras organizações; o estabelecimento de laços cooperativos aumentará o poder de barganha das bibliotecas em relação aos seus competidores; a ação de normas e padrões comuns terá impacto nas atividades de reciclagem dos recursos humanos e na adoção de tecnologias que focarão ações coopertavias”.

Fato é que a biblioteca convencional e a digital coexistem, cada uma com seus serviços e produtos, e também se relacionem, seja no fornecimento de materiais para digitalização ou no controle de qualidade das bibliotecas virtuais.
A capacidade de assimilar os novos paradigmas é fundamental para que a biblioteca possa reagir aos desafios, oportunidades e responsabilidades que se apresentam.
O artigo apresenta de forma concisa e pontual algum desses novos paradigmas que surgiram e continuam a surgir no cenário das bibliotecas, não só referentes a organização das coleções, acesso, mas principalmente em relação aos serviços e produtos.
O que realmente não muda é o foco no usuário, que sempre deseja e procura um sistema que recupere a informação com qualidade, de forma eficaz e fácil de utilizar.


SOFIA SAHEKI SKULSKI
Novembro 2008